Na ultima quinta feira durante uma das varias aulas de um disciplina da FACED presenciamos a apresentação, por parte dos colegas, de novas abordagens alternativas para a educação tradicional. Entre as idas e vindas das equipes e os diversos temas abordados um aspecto em especifico chamou mais atenção, tratava-se da importância da memorização, durante o período que se passou logo após o inicio do debate se discutiu inclusive a eficacia de memorizar e se isso não era na verdade a indução por parte do professor para que seu aluno gravasse uma determinada informação sem que ela fizesse necessariamente sentido para o ele, o aluno.
Entretanto apesar das aparentes dificuldades de se chegar a um ponto em comum a ideia que ficou validada é que a memorização apesar de ser alvo de criticas tem seu valor e que na verdade o segredo não é necessariamente a memorizacão e sim como faze-la tendo em vista também que por vezes o conceito de memorização é deturpado para na verdade uma simples "gravação" do conteúdo. Bem, voltando, a conclusão que se chegou é que a partir da compreensão do processo ou do raciocino de determinado coisa ou assunto a memorização e consequentemente entendimento dará ao aluno condições de lidar com a ideia ou objeto abordado, um exemplo disso pode ser dado claramente, vamos imaginar que temos dois palestrantes e ambos irão abordar o mesmo tema o palestrante 1 tentou pura e simplesmente gravar toda a sua fala e depois não consegue transmiti-la com clareza por que ela era muito grande ou por que o nervosismo do apresentação o impedem de realizar a tarefa devido a pressão entretanto o palestrante 2 estudou o tema a ser abordado e topicalizou os principais aspectos de sua apresentação afim de facilitar o acesso do seu cérebro ao conteúdo que havia sido estudado e compreendido anteriormente, reparem que os tópicos criados para a apresentação são apenas atalhos para se acessar algo que já esta entendido e assimilado pelo cérebro veja também que mesmo perante a pressão da plateia a tranquilidade fica menos abalada e mesmo sofrendo a interferência do momento ele tende a seguir a linha do raciocínio do assunto a ser abordado dando ao nosso apresentador 2 mais condições de realizar sua apresentação com mais tranquilidade afinal de contas ainda que ele não se lembre de tudo estará relativamente mais tranquilo para passar um ideia e não um conjunto de frases soltas.
Meu Ipê Amarelo
domingo, 23 de outubro de 2011
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Uma lição para poder ensinar!
Provavelmente
se realizássemos uma pesquisa perguntando para as pessoas o que
e necessário para que alguém se torne um professor ou para
que consiga realizar essa tarefa de maneira completa a maioria das respostas
estariam vinculadas a uma formação acadêmica e a
um ambiente escolar com quadras, cadeiras entre outras
coisas, não que isso não seja importante, mas a
partir da leitura de uma simples entrevista de uma professora do interior
da Bahia muitas opiniões podem mudar.
Quando se olha para
o cenário acadêmico atual as exigências para se tornar
um bom educador tornaram-se tamanhas que parecem engolir o ser humano que
existe em cada um e apenas se concentrar no profissional que devemos
ser, entretanto exemplos de extrema humanidade demonstram que apesar
da importância do conhecimento acadêmico o foco deve
recair na verdade no gostar do outro, ou seja um ato de entrega, que
independente das condições do meio ao qual se esteja inserido resultara em bons
frutos pelo simples fato do sujeito da ação seja ela qual for a faça de maneira
integralmente disposta.
A entrevista “Ser professor é
gostar do outro” de Juvany Viana vem trazer a luz de uma sabedoria pura e
simples, sem “frescuras”, que diante da nossa sociedade tão relativizada e
“complexificada” a qualidade da trabalho de uma pessoa pode depender muita mais
da força de vontade dela do que das ferramentas as quais ela tem acesso, força
de vontade essa que poderá inclusive ser usada para contornar a falta dos meios
“necessários” ou até mesmo para alcança-los na raça, afinal de contas se eu
gosto do outro tanto quando de mim vou usar tudo que for possível para
favorecê-lo assim como faria por mim.
sábado, 17 de setembro de 2011
Under Pressure! [Queen]
Sob Pressão
Pressão, me derrubando com um empurrão
Pressionando você, nenhuma pessoa pede isso
Sob pressão - que incendeia um edifício inteiro
Divide uma família em duas
Coloca pessoas nas ruas
Tudo bem!
É o terror Do saber
A que ponto chegou o mundo.
Observando alguns bons amigos
Gritando 'Deixe-me sair!'
Rezo para que o amanhã me deixe mais animado.
Pressão sobre as pessoas - pessoas nas ruas
O.k.
Dando pontapés por aí
Chuto meu cérebro pelo chão
Estes são os dias em que nunca chove mas Transborda
Pessoas nas ruas
Dee da dee dia da
Pessoas nas ruas
Dee da dee da dee da dee da
É o terror de saber
A que ponto chegou o mundo
Observando alguns bons amigos
Gritando "Deixe-me sair!"
Rezo para que o amanhã me deixe mais animado
Pressão sobre as pessoas - pessoas nas ruas
Afastei-me disto tudo como um homem cego
Sentei num muro mas isso não funciona
Continuo fornecendo amor mas ele está tão Cortado e Despedaçado
Porque - porque - por quê?
A insanidade sorri, sob pressão estamos pirando
Não podemos dar a nós mesmos mais uma chance
Por que não podemos dar ao amor mais uma chance?
Por que não podemos dar amor...
Porém o amor agora é uma palavra tão fora de moda
E o amor te desafia a se importar com
As pessoas no limite da noite,
E o amor desafia você a mudar nosso modo de
Apenas nos preocupar com nós mesmos
Esta é nossa última dança
Esta é nossa última dança
Isto somos nós mesmos
Sob pressão
Pressão
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
A primeira pedra!
Semana passada fui convocado para fazer um blog por uma professora. Dito isto encarei o desafio de maneira bem agradável, já que pretendia criar um página para a "rede" em que não houvessem tantas limitações como nas redes sociais padrão, entretanto tenho que admitir, agora já não parece tão divertido, isso talvez por que a partir do momento em que as coisas se tornam uma obrigação aparentemente uma mágica ocorre e perco boa parte do meu interesse sobre elas. Bem como a matéria lecionada pela desafiante diz respeito a prática pedagógica espero chegar ao fim - se houver um - desse blog com pelo menos uma realização:
Aprender a lidar melhor com o meu conflito interno obrigação X diversão.
Então é isso! eu já joguei a primeira pedra agora jogue a sua; critique, elogie, fale o que quiser e se quiser é claro.
Aprender a lidar melhor com o meu conflito interno obrigação X diversão.
Então é isso! eu já joguei a primeira pedra agora jogue a sua; critique, elogie, fale o que quiser e se quiser é claro.
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